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A 100
passos
da área
mais
nobre da
Praia do
Morro,
em local
calmo,
seguro e
tranqüilo,
próximo
ao Morro
da
Pescaria,
o Hotel
está na
rota das
melhores
hospedagens
de
Guarapari!
Inaugurado
em
Outubro
de 2004,
foi
planejado
para
atender
o
público
de
lazer e
negócios
!
O Hotel
oferece
piscina,
sauna,
salão de
beleza,
salão de
jogos,
Restaurante
com
cardápio
Executivo
Econômico
exclusivo
para
seus
hóspedes
, com
room
service,
portaria
24
horas,
serviços
de
lavanderia,
churrasqueira,
night
bar
musical,
home
theater,
garagem
coberta,
auditório
equipado
com
Internet
sem fio
(wireless)
com
capacidade
para até
80
pessoas,
work
station,
sala de
reuniões
também
com
capacidade
para até
20
pessoas
, e a
mais
tradicional
noite
dançante
da
cidade
de
Guarapari,
com MPB
ao vivo
, todos
os
sábados
a partir
das
21:00hs.
No Hotel
o foco
constante
pela
excelência
de
serviços
prestados,
juntamente
com a
nossa
eficiente
estrutura
e
tarifas
econômicas
busca
permanentemente
o melhor
atendimento
e
satisfação
de
nossos
hospedes.
No
hotel, o
café da
manhã,
com 35
itens
alimentícios,
balanceados
por
orientação
de
nutricionistas
, é
servido
diariamente
a partir
das
05:00hs
da
manhã,
proporcionando
aos
nossos
hóspedes
a melhor
e mais
inteligente
otimização
do seu
tempo.
O Hotel
dispõe
de 31
apartamentos
em piso
frio ,
amplos,
arejados
e
aconchegantes,
com
leitos
confortáveis
, tipo
executivo
e
superior
com ou
sem
varandas
voltados
para o
jardim
interno
e
piscina
ou área
mais
reservada
, ar
condicionado
silencioso,
ventilador
de teto
, tv a
cabo ,
frigobar
, cofre
,telefone
,
banheiros
privativos
com box
em
blindex
e água
com
aquecimento
solar ,
pontos
para
internet
banda
larga ,
bancada
de
trabalho
modelo
executiva
e
poltronas
de
leitura.
Oferece
também
dois
apartamentos
executivos
para
portadores
de
necessidades
especiais
com
rampa de
acesso.

ESPÍRITO
SANTO:
CRESCIMENTO
ECONÔMICO
E
DESENVOLVIMENTO
RECENTES
E
TENDÊNCIAS
Talvez a
figura
mais
adequada
para
expressar
a
situação
atual do
Espírito
Santo e
o seu
futuro
seja a
de um
mar
azul,
numa
alusão a
uma
expressão
usada no
meio de
consultores
de
empresas
e
indicativa
de
crescimento
sustentável
dos
negócios
privados,
quer
dizer,
de
sucesso.
No caso
do
Espírito
Santo,
esse
"mar
azul"
vai além
do
sentido
figurado,
do
simbolismo,
e desce
à
concretude
de um
mar de
oportunidades
de
negócios,
de
crescimento
e
desenvolvimento.
Refiro-me,
nesse
caso
específico,
às novas
descobertas
de gás e
petróleo
na
camada
do
pré-sal
nas
costas
capixabas.
Mas,
esse
"mar
azul"
tende a
ir muito
além do
belo mar
nos
embala,
para se
estender
por toda
a
economia
e
sociedade
capixaba.
Na
verdade,
a
economia
capixaba
passa no
momento
por um
processo
acelerado
de
transformação,
diversificação
e
crescimento,
que já
mostra
também
resultados
significativos
em
termos
de
impactos
na vida
dos
capixabas.
Estamos
diante
de um
novo
ciclo de
desenvolvimento,
um ciclo
mais
sofisticado,
mais
globalizado
e mais
cheio de
oportunidades.
Cresce a
economia
como um
todo,
crescem
os
empregos,
aumenta
a massa
de renda
disponível
para as
pessoas
e
famílias;
diminui
a
quantidade
e
proporção
de
pobres;
os
governos
-
estadual
e
municipal
- tem
suas
receitas
aumentadas,
juntamente
com as
suas
capacidades
de
investir.
Em
síntese,
estamos
diante
de um
ambiente
que
favorece
o
crescimento
e o
desenvolvimento.
Esse
momento
não pode
ser
descolado
da
história
recente.
A
economia
capixaba
tem
apresentado
um
desempenho
invejável
nos
últimos
38 anos.
De uma
economia
agrícola
e de uma
população
predominantemente
rural na
década
de
sessenta
passou-se
rapidamente
para uma
economia
industrial
e
urbana.
De forma
mais
acelerada
na
década
de
setenta
com a
implantação
de
grandes
projetos
- Vale,
Samarco,
Aracruz
e CST -
e menos
intensamente
nas
décadas
seguintes,
porém
incorporando
novos
setores,
a
economia
capixaba
sempre
se
posicionou
à frente
em
termos
comparativos
com o
desempenho
da
economia
nacional,
como
pode ser
observado
na
tabela a
seguir.
Essa
projeção
de
performance
tem tudo
a ver
com o
comportamento
das
decisões
de
investimentos,
traduzidas
em
valores
monetários,
que no
caso do
Espírito
Santo,
segundo
dados
levantados
pelo
IJSN -
Instituto
Jones
dos
Santos
Neves,
instituição
voltada
para
estudos
e
pesquisas
do
governo
estadual,
tem
crescido,
em
média,
22% ao
ano nos
últimos
5 anos.
Em 2002,
por
exemplo,
as
intenções
declaradas
de
investimentos,
numa
perspectiva
de 5
anos a
frente -
2002 a
2007 -
para
valores
acima de
um
milhão
de
Reais,
foi de
19,8
bilhões,
contra
55,3
bilhões
para o
período
2007-2012.
Ou seja,
uma
média
anual de
investimentos
que
beira
20% do
PIB, sem
levar em
conta
os
investimentos
de menor
porte,
que
sabemos,
se
dissemina
por todo
o
território
estadual.
O
carro
chefe do
crescimento
continua
sendo o
setor
industrial.
Esse
setor
vem
mostrando
taxas de
crescimento
superiores
às
observadas
nos
demais
estados.
No
acumulado
de doze
meses
findos
em
julho de
2008, a
indústria
capixaba
aumentou
a sua
produção
em
15,8%.
Contribuíram
para
esse
bom
desempenho
os
segmentos
de
extração
mineral
-
entenda-se
processamento
de
minério
de ferro
(pelotas
de
minério)
-,
metalurgia
básica e
exploração
de gás e
petróleo.
Tudo
isso
gerou
impactos
positivos
nos
setores
de
comércio
e
serviços.
Efeitos
também
são
observados
nas
receitas
públicas,
sobretudo,
através
do ICMS,
que nos
últimos
anos tem
crescido
em
termos
reais a
uma taxa
média
anual de
10%.
Nesse
aspecto,
ganha o
governo
estadual
e
ganham
também
os
municípios,
que
através
de
melhoria
nas suas
gestões
aumentaram
a
capacidade
de
investir.
E
Investimentos
para o
setor
público
significam
mais e
melhores
rodovias,
mais
escolas,
hospitais,
saneamento
básico
etc.
Eles são
fundamentais
para a
promoção
do
crescimento
e do
desenvolvimento
econômico
e
social.
É nesse
aspecto
que o
setor
público
ganha
importância
cada
vez
maior,
pois são
essas
intervenções
estruturantes
que dão
sustentabilidade
e
vitalidade
à
economia.
E isso
está
acontecendo
no
Espírito
Santo.
Os
reflexos
de todos
esse
crescimento
já estão
acontecendo
sobre o
emprego,
renda e
redução
da
pobreza.
No caso
da
pobreza,
observa-se
uma
redução
crescente
no
percentual
de
pobres
no
Espírito
Santo,
que
projetado
para
2008
poderá
chegar a
11,5% do
total da
população.
Ainda é
alto,
mas
comparado
com 24%
relativos
ao ano
de 2000,
representa
um
enorme
avanço.
So
mente de
2005
para
2006 a
queda
desse
percentual
foi de
15%.
Além
disso, a
queda no
Espírito
Santo
tem
sido
maior
que a
observada
em nível
nacional.
Ao
lançarmos
um olhar
para o
futuro
do
Espírito
Santo
podemos
vislumbrar
uma
continuidade
desse
"mar
azul".
Isso não
significa
que não
tenhamos
que
enfrentar
desafios,
os já
conhecidos
e
aqueles
que se
apresentarão
pela
frente.
Na nossa
avaliação,
o maior
deles
está
relacionado
ao como
conseguiremos
construir
as
condições
ideais
para nos
apropriarmos
- a
economia
e a
sociedade
-
desse
"mar
azul" e
mais
especificamente
desse
"mar de
pré-sal".
Essa
apropriação
deverá
atentar,
por
exemplo,
para
questões
como
desenvolvimento
tecnológico,
inovação,
agregação
de
valor,
integração
territorial,
melhor
distribuição
territorial
do
desenvolvimento.
Mas,
sobretudo,
deverá
avançar
no campo
do
conhecimento,
da
qualidade
do
"capital
humano".
Isto é,
estamos
falando
aqui de
um
verdadeiro
salto de
qualidade
acoplado
ao
crescimento
econômico.
Algo que
ficamos
devendo
no
passado.
Crescimento
e
desenvolvimento
virão
pelo que
o
Espírito
Santo já
demonstrou
de
competência
e
pelo que
construirá
de agora
em
diante.
Nessa
linha,
tomam
posição
estratégica
as
"commodities"
como
minério
de
ferro,
aço e
celulose,
mármore
e
granito,
fruticultura,
o setor
metal
mecânico,
o
setor
moveleiro,
confecções,
alimentos
e
bebidas,
rede
hoteleira,
turismo
-
principalmente
o
relacionado
a
eventos
e
negócios
-,
comércio
exterior.
A outra
linha
virá do
gás e
petróleo,
que
acontecerá
em
várias
frentes
e em
toda a
extensão
do
litoral,
mas
cujos
impactos
mais
significativos
tenderão
a
ocorrer
em
alguns
pontos
estratégicos,
como no
município
de
Anchieta,
Guarapari,
Vitória,
Vila
Velha,
Aracruz,
Linhares
e São
Mateus.
Podemos
projetar
também
um
processo
de
adensamento
econômico
com
pontos
focais
em
Anchieta
e
Aracruz.
Esses
dois
pontos,
que
estarão
conectados
por via
férrea -
contando
com a
ferrovia
litorânea
sul,
funcionarão
como
pontos
de
referência
de um
processo
de
desconcentração
metropolitana.
Tudo
isso
assegurará
um
período
razoavelmente
longo de
crescimento
e
desenvolvimento
para o
Espírito
Santo.
Orlando
Caliman
Economista,
Empresário
e
Professor
aposentado
da
Universidade
Federal
do
Espírito
Santo,
pelo
Departamento
de
Economia,
Orlando
Caliman
integra
a ONG
empresarial
Espírito
Santo em
Ação,
que é
parceira
do
Prêmio
MPE
Brasil
ES e
que tem
realizado
ações
pelo
desenvolvimento
regional.
Ocupante
de
vários
cargos
públicos
e
intelectual
respeitado,
Caliman
fala em
especial
sobre a
impacto
que a
região
sul do
Espírito
Santo
terá
sobre a
economia
regional,
nacional
e
internacional.
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